AS MENSAGENS ESCONDIDAS NA ÁGUA” DE MASARU EMOTO

[Nota de iorio: Muito mais do que um resumo deste livro, esta súmula pretende incentivá-la(o) a LER ESTE LIVRO;

PRÓLOGO

Acha que é feliz? A sua definição de felicidade depende de quem você é, mas se pudermos chamar felicidade a ter uma sensação de paz no coração, um sentimento de segurança acerca do futuro e sentir-se entusiasmado quando acorda, então diria que é feliz? A maioria não pode dizer que a sua vida é o que sonhava, então o que causa tanta dor? Talvez porque estejamos a viver uma era de caos, que significa condição de confusão, indicativa de matéria não organizada. Estamos mergulhados no caos até ao pescoço e os problemas da Humanidade aparecem cada vez mais profundos.

Poderá haver uma única solução, simples e de fácil compreensão, que possa ser aplicada a toda a gente do globo? Masaru Emoto crê tê-la descoberto: o corpo humano típico é 70 por cento água - na fase adulta e 90% quando nascemos. Ao longo da nossa vida existimos sobretudo como água e assim, de uma perspectiva física, os humanos são água.

Nesta óptica, para ter uma vida feliz e saudável deveríamos purificar a água que constitui 70 por cento do nosso corpo.

A água tem que estar em constante circulação, pois bloqueada, morre. Nas situações de doença, é como se o sangue estagnasse e podemos ver essa situação como a estagnação das emoções. Os investigadores modernos mostram que a condição da mente tem um impacto direto com a condição do corpo.

A água é uma força de vida, que, transportada por sangue e fluidos do corpo, leva a energia a todo o nosso corpo. A comunidade médica está a usá-la cada vez mais, principalmente através da Homeopatia, no tratamento de doenças.

A Homeopatia teve a sua origem no século XIX baseando-se em “tratar igual com igual, lutar contra o veneno com veneno”. Por exemplo, se alguém sofrer de intoxicação pelo chumbo, os sintomas podem ser aliviados bebendo água com uma quantidade mínima de chumbo, variando entre 1 parte em 10¹² (um trilião) e 1 parte em 10³ºº. Neste nível a substância já não se encontra na água para fins práticos, mas as suas características sim.

A Homeopatia sugere que quanto maior for a diluição, maior a eficácia, ou seja, em vez do efeito da substância ser usado para alívio dos sintomas, a informação copiada para a água é usada para neutralizar a informação dos sintomas derivados do veneno.

Assim, a água tem a capacidade de copiar e memorizar informação. Mas, ainda há poucos anos, os médicos nem sequer queriam considerar a possibilidade de que a água, por si só, tem capacidades curativas.

Em 1988, o cientista francês Jacques Benveniste levou a cabo uma experiência para testar os princípios básicos da Homeopatia. Diluiu um medicamento em água até ao ponto em que o medicamento já não era detectável por meios clínicos e depois descobriu que esta diluição tinha o mesmo efeito nos pacientes que o medicamento não diluído. Um ano depois submeteu os resultados à revista científica inglesa ‘Nature’, tendo sido publicados com a observação de que os resultados da experiência eram duvidosos e careciam de prova física. Sempre que alguém aparece com pesquisas e experiências controversas para a comunidade científica a reação é normalmente a mesma.

As fotografias de cristais que Masaru Emoto começou a tirar demonstraram ser eloquentes a expressar o mundo. Os cristais emergem somente durante vinte a trinta segundos enquanto a temperatura sobe e o gelo começa a derreter. Esta pequena janela do tempo dá-nos um vislumbre de um mundo mágico.

Masaru Emoto usa uma metodologia rigorosa que, muito resumidamente, passa pela colocação de cinquenta tipos diferentes de água em cinquenta caixas Petri diferentes, congelando depois as caixas a -20º C durante três horas no congelador. O resultado, claro, nunca é a formação de cinquenta cristais semelhantes.

Apercebeu-se que águas diferentes formavam cristais diferentes, alguns deles muito semelhantes, noutros, deformados, e em alguns tipos de água nem se formavam cristais.

Primeiro olhou para os cristais de água canalizada de diferentes locais, sendo que a de alguns locais - como Tóquio, por exemplo - não formou um cristal, completo. A água canalizada inclui uma dose de cloro (para desinfectar) que destrói a estrutura encontrada na Natureza. De facto na água vinda da Natureza (independentemente da origem, nascentes, rios subterrâneos, glaciais) formavam-se cristais completos.

Um dia, um investigador seu colaborador disse algo muito excêntrico: «vejamos o que acontece quando expomos a água à música». Após decidir o melhor método - pôr uma garrafa de água (destilada da farmácia) numa mesa entre duas colunas -, os resultados surpreenderam. A Sinfonia Pastoral de Beethoven, a Sinfonia nº 40 de Mozart e um Estudo de Chopin em Mi Maior resultaram em cristais muito bonitos, bem formados, delicados e elegantes. Em contraste, a água exposta à música heavy-metal violenta resultou em cristais fragmentados e deformados.

Mas as suas experiências continuaram, agora embrulhando à volta das garrafas de água pedaços de papel com palavras ou expressões tais como «Obrigado» e «Parvo», embora não parecendo lógico a água “ler” o que lá estava escrito, compreender o significado e alterar a sua forma (dos cristais) de acordo com isso. Mas foi o que constataram. A água exposta a «Obrigado» formou bonitos cristais hexagonais, mas a água exposta a «Parvo» produziu cristais semelhantes aos da água exposta à música heavy-metal, deformados e fragmentados.

Mais experiências mostraram que a água exposta a expressões positivas como «Vamos fazer isso!» criava cristais atraentes e bem formados, mas a água exposta a expressões negativas como «Faz isso!» mal formava sequer qualquer cristal.

Destas experiências podemos tirar a lição do poder das palavras. A vibração de palavras boas tem um efeito positivo no nosso mundo, enquanto a vibração de palavras negativas tom o poder de destruir.

Este evolução nas experiências levou Masaru Emoto a entender que se estava a começar a subir as escadas da compreensão das verdades profundas do Cosmos. E recorda uma fotografia em especial que considera o cristal mais bonito e delicado que observara até então, formado pela exposição «Amor e Gratidão». Era como se a água tivesse rejubilado e celebrado, criando uma flor a desabrochar.

A água tinha-lhe mostrado a delicadeza da alma humana e o impacto que o «Amor e Gratidão» podem ter no mundo.

No Japão, diz-se que as palavras da alma residem num espírito chamado ‘kotodama’ ou o ‘espírito das palavras’ e o ato de pronunciar palavras tem o poder de mudar o mundo. Todos sabemos que as palavras têm uma influência enorme na forma como pensamos e sentimos e que as coisas geralmente correm melhor quando são usadas palavras positivas. Contudo, até agora nunca conseguimos ver fisicamente o efeito de palavras positivas.

As palavras são uma expressão da alma. E é muito provável que o estado da nossa alma tenha um enorme impacto na água que compõe 70 por cento do nosso corpo e este impacto irá afetar o nosso corpo profundamente.

A um nível global, a doença não é só um problema individual, mas o resultado da deformação da sociedade como um todo e, como esta deformação tende a aumentar, o número de pessoas a sofrer de doenças físicas tende a aumentar. E, tal como uma gota num pequeno lago cria uma ondulação que se alastra infinitamente, a deformação de uma só alma propaga-se pelo mundo, resultando em deformações globais.

Mas nem tudo está perdido, há esperança, que se chama «Amor e Gratidão».

DE QUE É FEITO O UNIVERSO

A água é o espelho da alma. O que lhe dá a capacidade de refletir o que está na alma das pessoas? O Princípio Fundamental do Universo: EXISTÊNCIA É VIBRAÇÃO. Tudo está em constante vibração e cada coisa gera a sua própria frequência, que é única.

A ciência da Mecânica Quântica reconhece que, de modo geral, substância não é mais que vibração; tudo está a vibrar eternamente. Os nossos olhos conseguem ver objetos, não conseguem ver vibração, mas a muitos de nós já aconteceu notar que a entrada de uma pessoa numa sala consegue alterar, só com a sua presença, um ambiente caloroso para um ambiente escuro e frio...

Na cultura japonesa define-se por “Hado” a energia subtil que existe em todas as coisas - equivalente a “fluir de energia” ou “mente universal”, Prana, Chi ou Ki, consoante as diferentes culturas -, ou seja, um padrão vibratório intrínseco a toda a matéria, a nível atómico, em que a unidade de energia mais pequena tem por base a energia da consciência humana; e é constituído pelas frequências vibratórias resultantes da consciência ou pensamentos humanos. Assim, como cada ser humano também está em vibração, cada pessoa vibra numa frequência única, o hado. E cada um de nós tem capacidades sensitivas para percepcionar as vibrações dos outros. Consoante os estados, anímico e emocional, emitimos frequências de tristeza, de alegria, etc. E como tudo no Universo vibra a uma frequência própria, se você se alinhar com o hado da felicidade - ou seja, emitindo o hado da felicidade - de certeza que o Universo lhe responderá com felicidade.

A singularidade do hado também se aplica a locais (por exemplo, acidentes frequentes) e a objetos (como, por exemplo, as pedras preciosas que parece trazerem infelicidade a uma família ou grupo) não só físicos, pois os vários fenómenos do mundo também emitem frequências características.

O facto de todas as coisas estarem num estado de vibração significa que emitem som, audível ou não - que é o caso da maior parte. Pode dizer-se que esta frequência única de cada coisa pode ser interpretada como som. E como o som é criado, há um ouvinte principal: a água. A água, tão sensível às frequências únicas (o hado) que são emitidas pelo mundo, espelha essencial e eficazmente o mundo externo.

As próprias palavras, mesmo escritas, também emitem uma vibração única, um hado, que a água consegue sentir e espelhar fielmente através dos seus cristais. Podemos conjecturar que a água está alinhada com a Natureza quando forma cristais perfeitos.

As palavras ‘Gratidão’ e ‘Amor’ formam os princípios fundamentais da Natureza e do fenómeno da Vida.

Ao vermos a frequência como um som, percebemos a importância da ressonância. Na ressonância - os sons da mesma frequência ressoam - parece que as vibrações se atraem e interagem umas com as outras. Vemos isto nas relações humanas: as pessoas que geram frequências semelhantes são atraídas umas pelas outras, resultando numa amizade. Contudo, quando reagimos se alguém de quem não gostamos nos aborda, também significa que estamos a ressoar, de alguma forma com essa pessoa. Quando as frequências são fundamentalmente incompatíveis, não conseguem ressoar. Não conseguimos aceitar pessoas nessas condições.

Também há ressonância quando a frequência é dupla, quádrupla ou metade, ¼, etc. As pessoas são atraídas por Cristo e Buda, mas também por foragidos, como Bonnie & Clyde. Parece incongruência mas as pessoas ressoam a vários níveis; a dicotomia faz parte natural da vida.

A maioria dos objetos encontrados na Natureza emite frequências constantes e os humanos são as únicas criaturas que têm capacidade de ressoar com todas as criaturas e objetos da Natureza.
Podemos emitir e receber energia com, e de tudo o que existe no Universo, o que é uma espada de dois gumes. Se vibrarmos no ‘Amor’ e ‘Gratidão’, atraímos coisas que podemos amar e agradecer; mas se emitimos sinais de tristeza e ódio…

PEQUENA SÚMULA DE “AS MENSAGENS ESCONDIDAS NA ÁGUA”, DE MASARU EMOTO (Parte 2) http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/7993.html

PORTAL PARA UM MUNDO DIFERENTE

Uma das coisas mais misteriosas da água é o gelo flutuar nela. Como o ponto de maior densidade da água é a 4º C (o fundo dos lagos está a 4º C) o gelo flutua, o que permite a continuação da vida com muito frio, senão provavelmente nós não estaríamos aqui. A água também tem a capacidade única de dissolver outras substâncias e de as levar, o que proporciona a criação “sopa da vida”, tendo-se tornado no local de nascimento de todas as criaturas. Estes “mistérios” da água ajudam a pensar que ela não é deste planeta.

Luís Frank (Univ. Iowa) concluiu (com suporte pela NASA e Univ. Hawai) que caem na Terra cerca de 20 mini-cometas por minuto (10 milhões por ano). Defende que essas bolas de água e gelo têm bombardeado a Terra desde há 40 mil milhões de anos. Se não pode haver vida sem água e se esta veio do espaço, então toda a vida é extra-terrestre.

Que informação trouxe a água antiga quando chegou do espaço? Podemos assumir que ela transportou o programa necessário para o desenvolvimento da vida.

Joan S. Davis (Univ. Téc. Zurich) estabeleceu uma “divisão” entre a água sábia (dos rios) e água imatura (caída recentemente). Também concluiu que a água canalizada não é muito saudável porque, sujeita a altas pressões, a água liberta os minerais, que a água engarrafada mineral pode causar endurecimento das artérias e a carbonatada tem alta acidez, que é também prejudicial.
A água regista informação e depois, ao circular pelo mundo, distribui-a.

Numa experiência empírica usaram-se três frascos com arroz, um com a inscrição ‘Obrigado’, outro com a inscrição ‘Parvo’ e o terceiro foi ignorado. O arroz ignorado foi o primeiro a apodrecer. Dar atenção, positiva ou mesmo negativa a algo é uma forma de dar energia. O comportamento pior é não reter informação.

A MENTE CRIA TUDO

O século XX assistiu às lutas do petróleo; o século XXI vai assistir às guerras da água. A poluição da água das chuvas alcançou uma escala global. Os resíduos industriais circulam, poluindo a água que por eles passa e espalhando toxinas por todo o mundo. Mas as pessoas das cidades estão mais interessadas na sua proteção e agora, é mais fácil formar cristais. A poluição teve origem na nossa própria mente. Começámos a pensar que o que nos convinha era um estilo de vida com abundância a qualquer custo e este egoísmo levou à poluição ambiental que afeta todo o globo.

Os cientistas estimam que existam entre 108 e 111 elementos diferentes, contendo as criaturas mais desenvolvidas mais elementos do que as menos desenvolvidas. Podemos estabelecer uma relação direta entre possuir mais elementos e conseguir sentir (mais) emoções - crê-se que os animais mais evoluídos sentem algumas emoções.

Segundo o budismo, o ser humano nasce com 108 “desejos” terrenos - tais como confusão, afeto, ciúme e vaidade - que nos torturam ao longo da vida. É lógico concluir que esses 108 desejos terrenos têm as suas contrapartes nos 108 elementos.

Já há dispositivos que detectam as vibrações únicas de cada coisa à nossa volta e que consegue transcrevê-las na água. Conseguiu-se medir as vibrações emanadas por várias pessoas e constatou-se que as vibrações negativas que emitimos correspondem às vibrações emitidas por vários elementos. Por exemplo, as vibrações criadas por irritação são equivalentes às do mercúrio, por ira às do chumbo e por tristeza às do alumínio; a incerteza está associada ao cádmio, o desprezo ao aço e o stress ao zinco.

Tem sido chamada a atenção para o facto de utensílios de cozinha em alumínio poderem contribuir para o desenvolvimento da doença de Alzheimer; pode ser por o alumínio ter a mesma vibração da tristeza e assim, tristeza e mágoa da idade atraírem o alumínio.

Joan Davis relata que um químico conduziu uma experiência sobre o modo como a posição das estrelas afetavam a água. Usando água contendo vários minerais (nomeadamente chumbo, cobre, prata, aço...), testou como o papel absorvia a água, consoante a posição das estrelas e planetas. Descobriu que quando Saturno tinha grande influência na Terra, o chumbo respondia sendo absorvido pelo papel, enquanto os outros elementos mostravam pouca ou nenhuma resposta. Podemos deduzir daqui que há uma estreita relação entre Saturno e o chumbo.

Os metais ressoam as emoções e os estados de espírito das pessoas e, assim, pode deduzir-se que Saturno está intimamente relacionado com a emoção da ira.

Também curiosamente, o número de planetas do sistema solar é nove o que, multiplicado por 12, dá 108.

Como podemos libertar-nos dessas emoções negativas? Com base no princípio da vibração, só temos que emitir a emoção oposta. Combinando duas ondas opostas, a emoção negativa desaparece.

Já foram desenvolvidos métodos para eliminar o som com o som, criando um espaço silencioso. Há paralelos a este princípio para as emoções humanas. Por cada emoção negativa, há uma positiva, exatamente oposta, por exemplo, ódio/gratidão, ira/amabilidade, medo/coragem, ansiedade/paz de espírito, pressão/presença de espírito. O facto de alimentarmos emoções opostas faz de nós simplesmente humanos.

É o mesmo princípio envolvido na homeopatia. Quando a própria substância desapareceu e tudo o que resta é a informação da vibração, veneno e medicamento tornam-se o mesmo. Pensando de forma lógica, o medicamento não é bom para o organismo. Quando o medicamento entra no corpo elimina a dor, as vibrações das substâncias combinadas param e as várias substâncias regressam aos seus estados originais, podendo resultar em efeitos colaterais perniciosos. No passado o médico era o xamã ou o padre da comunidade, exortando as pessoas a seguir as leis da Natureza.

Muitas vezes os problemas de saúde resultam de emoções negativas. Se conseguirmos apagar a causa dessas emoções, teremos uma capacidade inata para recuperarmos da doença. A importância de sermos positivos não pode ser subestimada. O pensamento positivo reforça o sistema imunitário e ajuda-nos a encaminharmo-nos no sentido da recuperação. Dar às pessoas uma razão para viver anima o seu espírito e reforça o sistema imunitário.

Entre todos os medicamentos, não há nenhum com o poder curativo do Amor; ou seja, imunidade é Amor. Recentemente Masaru Emoto alterou esta terminologia. Não é Amor, por si só, que forma a imunidade, mas Amor e Gratidão. Convenceu-se disto quando experimentou sujeitar água destilada e água da torneira à “radiação” do micro-ondas. Expôs a expressão ‘Amor e Gratidão’ à água da torneira e esta tornou-se imune aos efeitos prejudiciais do campo magnético do micro-ondas, criando cristais bonitos. A água destilada formou cristais deformados e incompletos.

Também descobriu que os cristais de ‘Amor e Gratidão’ são mais parecidos com os de ‘Gratidão’ do que com os de ‘Amor’. A vibração da gratidão é mais poderosa e tem maior influência. O Amor tende a ser uma energia mais ativa e a Gratidão é uma energia mais passiva. Se Amor for o Sol, a Gratidão é a Lua, se Amor for o Homem, a Gratidão é a mulher.

Qual é a relação entre Amor e Gratidão? Para uma resposta, podemos usar a água como modelo: H2O. Se o Amor e a Gratidão se ligassem como o Hidrogénio e o Oxigénio, a Gratidão seria duas vezes mais que o Amor.

Masaru Emoto sugere o dobro da quantidade de Gratidão, porque o Amor é o equilíbrio pelo qual devemos lutar - as pessoas também têm uma boca para falar e dois ouvidos para escutar. Claro que a graciosidade do Amor não pode ser negada, mas nós fomos criados numa cultura onde toda a nossa atenção está dirigida para a energia do Amor, enquanto o outro lado da fórmula recebe pouca atenção.

Quando você se tiver tornado a encarnação da Gratidão, pense em como será pura a água que enche o seu copo. Quando isto acontecer, você mesmo será um cristal de luz bonito e brilhante.

PEQUENA SÚMULA DE “AS MENSAGENS ESCONDIDAS NA ÁGUA”, DE MASARU EMOTO (Parte 3) http://chacomosdeuses.blogs.sapo.pt/8212.html

O MUNDO IRÁ MUDAR NUM SÓ MOMENTO

A água não é simplesmente H2O. Independentemente de quão natural ou pura, sem uma alma pura, ela não irá saber bem. Então quão limpa está a nossa alma? Depois de ter praticado desporto ou exercício, a água - mesmo a da torneira - tem um sabor delicioso e refrescante. Então o que está dentro de nós é que é o mais importante... quando bebemos água com um sentimento de gratidão a própria água é fisicamente diferente de quando a bebemos com sentimentos obscuros na nossa alma.

As nossas emoções e sentimentos têm um efeito no mundo, momento a momento. Se emitirmos palavras e imagens de criatividade, estamos a contribuir para a criação de um mundo bonito. Contudo, emitindo mensagens de destruição, contribuímos para a destruição do Universo. Se tivermos consciência disto, não conseguiremos mais dizer palavras de ira a quem nos circunda, ou culpar os outros pelos nossos próprios erros e fraquezas. Nós temos a capacidade de mudar o mundo num momento. Tudo o que temos de fazer é uma escolha simples. Escolhemos um mundo de Gratidão e Amor, ou um mundo torturado cheio de descontentamento e empobrecimento?